Posted by : Suscitando a Historia domingo, 24 de março de 2013


BEBA ÁGUA MINERAL ! SAIBA PORQUÊ

ESTUDO ACHA HORMÔNIO SEXUAL EM ÁGUA

Pesquisa da Unicamp sobre a qualidade da água para consumo na região de
Campinas também encontrou resíduos industriais.

[Jornal Folha de São Paulo: 09 de Dezembro de 2.006, Sábado. Página C-10]

MAURÍCIO SIMIONATO – Da Agência Folha, em Campinas.

Estudo da Unicamp sobre a qualidade da água para consumo e de rios da região
metropolitana de Campinas (95 quilômetros de São Paulo) – onde vivem cerca de 2,5
milhões de pessoas – revela a presença de hormônios sexuais e de compostos derivados de
produtos farmacêuticos e industriais.
Algumas dessas substâncias podem interferir na saúde humana e alterar o
funcionamento de glândulas do corpo. No entanto, não há estudos que indiquem quais
problemas podem ser causados pela ingestão crônica dessas substâncias.
A pesquisa coletou, durante quatro anos, amostras de água bruta e potável na bacia do
rio Atibaia, o principal manancial da região, que abastece cerca de 92% de Campinas.
O monitoramento de substâncias na água foi feito para 21 compostos: seis hormônios
sexuais, quatro esteróides derivados do colesterol, cinco produtos farmacêuticos e seis
produtos industriais.
Na água potável, foram identificadas desde progesterona (hormônio sexual feminino) até
cafeína, bem como colesterol e os hormônios estradiol e etinilestradiol, além de compostos
usados em remédios e na indústria. Os fármacos (substâncias químicas usadas como
remédios) detectados na água são muito utilizados como analgésicos, antiinflamatórios e
antitérmicos. As concentrações de fármaco na água bruta do rio foram maiores do que na
água potável.
Os compostos identificados não deveriam estar presentes na água consumida pela
população. Contudo, não há legislação que fixe níveis toleráveis para essas substâncias.
Algumas, como a cafeína, foram encontradas em concentração até mil vezes maiores do
que em países europeus.
A média de hormônios femininos encontrados na água potável de Campinas é um
micrograma por litro. Portanto, ao beber dois litros de água por dia, uma pessoa pode
ingerir 60 microgramas por litro dessas substâncias por mês.
“Não há dados conclusivos sobre quais danos ao homem são causados por exposição
crônica a esses compostos. Mas eles não deveriam estar presentes na água potável. O
resultado do estudo é bastante preocupante”, disse o professor Wilson de Figueiredo
Jardim.
Tanto os hormônios como os fármacos são excretados pela urina e fezes, chegando aos
rios pelo esgoto.
Segundo a autora da pesquisa, Gislaine Ghiselli, alguns estudos semelhantes foram
feitos nos Estados Unidos usando água bruta de rios. Para o hormônio progesterona, por
exemplo, foi identificada uma média de 0,11 microgramas por litro. No rio Atibaia, a média
foi de 1 micrograma por litro de água potável.

PARA EMPRESA, TEOR DETECTADO É MUITO BAIXO.
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS.
O Coordenador de Análise e Controle de Água da Sanasa (empresa de água e
saneamento), Ivânio Alves, disse que as substâncias monitoradas no estudo da Unicamp
não são contempladas por órgãos estaduais, federais e internacionais da saúde, com relação
à qualidade da água para consumo humano.
Segundo Alves, a Sanasa segue normas federais de 2.004, que estabeleceram
“procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água
para consumo humano e seu padrão de potabilidade”. Alves disse ainda que as substâncias
monitoradas pela Unicamp na água para consumo foram detectadas em “valores muito
baixos em comparação a outros produtos alimentíceos”.
Com relação aos hormônios, a Sana informou que “os teores detectados são baixos em
comparação com anticoncepcionais e com aditivos colocados na alimentação animal”. O
coordenador da Sanasa usou a mesma explicação – de baixa concentração encontrada –
para as outras substâncias verificadas na água.

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Juntando isso que acabou de ser lido, mais o fato de que há centenas de outras
substâncias perigosíssimas, que não são pesquisadas, mais a brutal e gigantesca química
prejudicial para a saúde, que a indústria de alimentos coloca em seus produtos, somando-
se a ignorância quase que total da população que não lê quase nada que presta, será que
alguém tem ainda dúvida de que estamos sendo envenenados aos poucos?
Será que responde a pergunta de termos crianças com 10 a 11 anos de idade com
colesterol ruim altíssimo, como de uma pessoa com 70 anos de idade? E a diabetes e
pressão alta?
Problemas glandulares sérios que a maioria dos médicos não descobrem a causa?
Lembre-se que para proteger nossa saúde, os VEREADORES ganham mais de 7 mil
reais por mês, em Campinas, além das mordomias.
Você acha que eles não tomam água mineral!

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